Por Bruno Resende Ramos
Na cachoeira, em frente à moita de espinhos, sem ter como fugir, Priscila lhe impunha as pernas e um fio de água brotando entre cochas para cair sobre seu rosto. Tinha-o como um palerma, por isso urinava sobre ele.
Tinha a força de um tanque, o rapaz claro e quieto, cujo olhar pôs-se a mirar aquela pele de fêmea.
Não sabia que sentia era algo mais selvagem que a sua própria forma de vida.
Ela sentiu-se furtada por aquele olhar e fugiu de suas vistas.
Deitado ficou sobre a negra rocha de granito, de textura rugosa... Aqueceu-se ao sol e por aquelas lembranças.
Dois dias depois, vieram sentar ao seu lado os garotos da fazenda, notando o seu olhar perdido e triste.
A jovem pertencia a mais alta classe do país e só aparecia quando o pai fugia do mundo dos negócios e do estresse da cidade.
Ouvia-se da varanda um belo melro a assobiar, enquanto o pobre jovem recebia visitantes em seus ombros. Eram os pássaros da floresta que queriam colher as sementes frescas que tinha em sua mão. Eles os serviam desde criança.
Quando mais tarde, um cheiro de fumaça e flor de violetas denunciava o incêndio nos jardins da mansão. Em seu faro, um cheiro conhecido que o tornava atordoado. Corria como um antílope, o jardim era a fonte de alimento dos seus amiguinhos. Começou a considerar que a jovem Priscila II estivesse envolvida nisso. Grande pena! O jardim entre a palha e as sementes coletadas já zia sob fogo ardente.
— Por que, tia, ele se arrisca tanto por aquelas flores e frutinhas amiudadas? Ele pode morrer por lá.
Mal sabia a jovem que ele havia nascido junto ao jardim. Num parto oculto e triste, veio ao mundo, pois sua mãe não aceitaria favores de seus patrões.
Nas vésperas de seu nascimento, feliz, encomendou as flores e todo o serviço de sua construção. Somente a tia de Priscila sabia disso e omitia de todos a historia para evitar um escândalo na família e diante da sociedade e, principalmente, para não reconhecerem nele um novo herdeiro.
Nas vésperas de seu nascimento, feliz, encomendou as flores e todo o serviço de sua construção. Somente a tia de Priscila sabia disso e omitia de todos a historia para evitar um escândalo na família e diante da sociedade e, principalmente, para não reconhecerem nele um novo herdeiro.
Quando o fogo cessou, desapareceram com ele os vestígios do jovem Randolph. Debruçada sobre o umbral, sorria ocultamente Neferina.
Depois de 6 anos, Priscila noivava-se com um nobre empresario inglês, forçada a aceitar o pedido pela tia Nefa (Neferina). Sabendo que ficaria livre da que julgava uma "pirralha", pensava como ficaria feliz reinando sozinha sobre os bens de Valdêncio. A fazenda era das maiores do Estado e já havia três interessados na fortuna escondida no subsolo dessas terras.
Depois de 6 anos, Priscila noivava-se com um nobre empresario inglês, forçada a aceitar o pedido pela tia Nefa (Neferina). Sabendo que ficaria livre da que julgava uma "pirralha", pensava como ficaria feliz reinando sozinha sobre os bens de Valdêncio. A fazenda era das maiores do Estado e já havia três interessados na fortuna escondida no subsolo dessas terras.
contos de terror,histoires de terreur,恐怖故事,ذعر قصص, Terrorgeschichten,ιστορίες τρόμου,verschrikkings verhalen, storia di terrore,恐怖の物語, рассказы террора,historias del terror,skräckberättelser,terror stories, quod nascitur ignis










0 comentários:
Enviar um comentário